Conforme Boletim Semanal de Educação Financeira do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE MT), divulgado hoje (17), as projeções dos analistas para a inflação, dólar e PIB caíram em 2025, segundo dados divulgados do Relatório Focus do Banco Central.
A projeção para inflação este ano passou de 5,68% para 5,66%. A projeção para inflação no próximo ano subiu de 4,40% pra 4,48%. A projeção para 2027 ficou em 4%, enquanto para 2028, a estimativa subiu de 3,75% para 3,78%.
A projeção do PIB, por sua vez, saiu de 2,01% para 1,99%, a mediana das projeções de 2026 caiu de 1,70% para 1,60%. A projeção permaneceu em 2% em 2027. Para 2028, a projeção continuou em 2%, há 53 semanas.
Os economistas do mercado financeiro mantiveram a expectativa do câmbio para o fim de 2025 de US$ 5,98. A projeção do dólar para 2026 permaneceu em US$ 6 pela nona semana consecutiva. Para 2027, a expectativa foi de US$ 5,90 e para 2028, US$ 5,90.
A previsão da Selic para este ano continuou a mesma, a 15% pela décima semana consecutiva. Para 2026, a previsão segue para uma taxa de juros em 12,50% no fim do ano.
EDUCAÇÃO FINANCEIRA – Em 2025, o cenário econômico brasileiro apresenta oportunidades atrativas para investimentos em renda fixa, especialmente devido às taxas de juros elevadas. A seguir, destacam-se algumas opções que podem compor uma carteira diversificada:
1. Títulos Públicos Federais
– Tesouro Selic: Ideal para investidores que buscam liquidez e segurança, este título acompanha a taxa básica de juros (Selic), proporcionando rendimentos estáveis.
– Tesouro IPCA+: Oferece proteção contra a inflação ao combinar uma taxa prefixada com a variação do IPCA, garantindo rendimento real positivo.
2. Certificados de Depósito Bancário (CDBs)
– CDBs Pós-fixados: Atrelados ao CDI, oferecem rendimentos que acompanham as variações da taxa de juros, sendo uma opção interessante em períodos de Selic elevada.
– CDBs Prefixados: Permitem ao investidor travar uma taxa de juros fixa até o vencimento, garantindo previsibilidade de retorno.
3. Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA)
– Isentas de Imposto de Renda para pessoas físicas, essas letras oferecem rendimentos atrativos,
especialmente quando emitidas por instituições financeiras sólidas.
4. Debêntures e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI)
– Para investidores com maior tolerância ao risco, debêntures e CRIs podem proporcionar retornos superiores, desde que sejam avaliados criteriosamente quanto ao risco de crédito do emissor.